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Famílias são atendidas com serviços jurídicos, assistenciais e de migração

Publicado em 12/08/2022
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Imagem: Comunicação FAS imagem conteudo

Famílias são atendidas com serviços jurídicos, assistenciais e de migração 1

Uma ação de cidadania promovida pela Fundação de Ação Social (FAS), nesta sexta-feira (12/8), levou mais de 80 famílias, muitas delas estrangeiras, ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Caximba, na Regional Tatuquara, em busca de serviços jurídicos, assistenciais e de migração, principalmente para regularização de documentos.

A ação é uma parceria com o Ministério Público e a Cáritas Brasileira - instituição ligada à igreja católica que busca a promoção e a garantia de direitos das populações mais vulneráveis - na Regional Tatuquara.

Durante toda a tarde, equipes das três instituições fizeram encaminhamentos e deram orientações. Equipes da FAS ofertaram atendimentos a quem precisou de serviços relacionados à defesa e garantia de direitos, como inscrição no Cadastro Único e solicitação de benefícios sociais (Auxílio Brasil e de Prestação Continuada).

Na área jurídica, as famílias receberam informações do Ministério Público sobre direito de família - divórcio, pensão alimentícia, visita de filhos, reconhecimento de paternidade, com registro do nome do pai na certidão de nascimento do filho e paternidade socioafetiva.

Os migrantes foram atendidos pelos voluntários da Cáritas para a regularização migratória e para integração no trabalho. As famílias em maior situação de vulnerabilidade social receberam da instituição religiosa um cartão para compra de alimentos.

Os estrangeiros também foram convidados pela equipe da Escola Municipal Profª Joana Raksa a participar de um curso de Língua Portuguesa.

Descentralização

A supervisora do Núcleo Regional da FAS na Regional Tatuquara, Cintia Aumann explicou que a ação teve o objetivo de garantir que todas as famílias da região tenham acesso a serviços de cidadania.

"O Cras é um espaço de defesa e de garantia de direitos, então é uma obrigação da FAS e da política da assistência social pública fazer essa acolhida, enxergar quais são as pessoas que nós temos na região e suas necessidades."

De acordo com o promotor de Justiça das Comunidades do Ministério Público, Régis Sartori, a oferta dos serviços jurídicos faz parte de um projeto de descentralização de atendimentos.

Para o administrador da Regional Tatuquara, Marcelo Ferraz César, a descentralização dos serviços é o fator mais relevante da ação de cidadania. “A força motriz deste trabalho é, com certeza, o fácil acesso aos serviços ofertados no território onde as famílias atendidas vivem.”

Maior procura

A inclusão no Cadastro Único foi um dos serviços mais procurados pelas famílias. O Cadastro permite acesso aos benefícios sociais dos governos federal, estadual e municipal. A regularização de documentos também levou dezenas de famílias até o Cras. A venezuelana Gênesis Solorzano, 26 anos, procurou a Cáritas para a regularização migratória do marido.

“O visto dele vence em dezembro e precisamos resolver isso o quanto antes”, contou a mulher, mãe de dois filhos, de 11 e 4 anos, que já é acompanhada pelo Cras para serviços da assistência social.

Gênesis foi ao Cras acompanhada da irmã Leidi, 22, e da mãe, Alma, 40, que está grávida do 11º filho. Ela e a irmã sonham viver da produção de bolos e doces, por isso foram encaminhadas pela FAS para fazer o curso Gastronomia Gourmet.

Em Curitiba desde setembro de 2021, o venezuelano José Angel, 38, participou da ação com a mulher, Karina Lovera, 35, e os dois filhos, Eduar, 15, e Santiago, 12. Eles também buscavam a regularização dos documentos.

Separada do ex-marido há 20 anos, a baiana Jusineide Santos Silva, 53 anos, foi atendida pela equipe do MP para fazer o divórcio. Ela contou que já tentou fazer o documento em outro momento, mas encontrou dificuldades e desistiu.

Programação

Mais três ações de cidadania estão programadas para acontecer na Regional Tatuquara, nos dias 16 de setembro, 14 de outubro e 11 de novembro. A próxima ação contará também com serviços da Defensoria Pública.

Para convidar a população local a buscar atendimento, a FAS produziu materiais digitais e impressos em portguês, espanhol e  crioulo, idioma falado pelos haitianos.

 

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