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Profissionais e usuários de serviços avaliam assistência social

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Publicado em 17/09/2019 Imagem: Ricardo Marajó/FAS imagem conteudo

XIII Conferência Municipal de Assistência Social 01

Cerca de 350 pessoas participam nesta terça-feira (17/9) do primeiro dia da XIII Conferência Municipal de Assistência Social, realizada pelo Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) e pela Fundação de Ação Social (FAS). O evento vai até esta quarta-feira (18/9), na Universidade Positivo, no Campo Comprido. Entre os participantes estão gestores, trabalhadores, usuários dos serviços, além de conselheiros de assistência social e sociedade civil.

Com o tema central “Assistência social: direito do povo com financiamento público e participação social”, a conferência tem o objetivo de avaliar a política de assistência social no município e definir as diretrizes para o aprimoramento do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Durante os dois dias de evento serão promovidos debates para o estabelecimento de prioridades para a área, trabalhos em grupos e escolha dos sete delegados e respectivos suplentes que participarão da 13ª Conferência Estadual de Assistência Social, que será promovida pelo Conselho Estadual da Assistência Social (CEAS), dias 30 e 31 de outubro.

Trabalho coletivo

O presidente da FAS, Thiago Ferro, falou da alegria de participar da conferência, o que definiu como um espaço importante para a construção de propostas coletivas. “Esse evento é fundamental para que Curitiba desempenhe bem o seu papel e continue sendo uma referência nacional na área da assistência social”, disse.

Thiago Ferro falou ainda do trabalho para aprimorar a FAS e também os serviços ofertados pela instituição a toda a população que mais precisa. “Essa é uma gestão que se preocupa em olhar no olho das pessoas, conversar com elas, e buscar soluções em conjunto”, afirmou.

A presidente do CMAS, Wanderléia Maria França Scuissiatto, destacou que a conferência é um momento estratégico para o aprimoramento da política da assistência social e também falou da importância do trabalho coletivo. “Que este evento amplie direitos e fortaleça essa política que atende a camada mais vulnerável da cidade”, disse.

Caridade não é assistência

Durante a manhã, os participantes assistiram a uma palestra que tratou do mesmo tema da conferência com o professor Vicente de Paula Faleiros, assistente social e advogado, doutor e pós-doutor em ciências sociais. Faleiros falou da diferença entre caridade e assistência social.

“A assistência social é uma política de proteção, é um direito de toda a população e que, com várias especificidades, deve buscar a redução das desigualdades e garantir o exercício da cidadania”, disse Faleiros.

Pesquisador e autor de livros em várias áreas, Faleiros destacou que a política da assistência social não deve ser vista como uma despesa, mas sim como um investimento na população que vive em situação de vulnerabilidade social.

Para o professor, os recursos investidos não devem ficar restritos apenas à transferência de renda – que no Brasil consome R$ 74 bilhões ao ano -, mas também a projetos que promovam a interação com outras políticas, como educação, trabalho, saúde, lazer e cultura.

Presenças

Participaram também da abertura da conferência a vice-presidente do CMAS, Roberta Pivatto Borges de Mello, a representante dos trabalhadores, Maria Valdevânia de Assis, o representante das entidades sociais, Antônio Augusto Dalfollo Ortiz, e a presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, Denise Maria Amaral de Oliveira Moraes.

O evento teve e a apresentação do grupo musical Projeto de Vida do Trompete, do Núcleo Regional CIC, formado por Israel Souza, Diego Alves e Everaldo Fonseca. Os hinos Nacional e de Curitiba foram executados pelo maestro Eli Pereira da Silva e a soprano Daniele Livramento. 
 

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